Esta pergunta “Você quer mudar o mundo?” está contemplada em uma atividade do curso de Gestão da Comunicação nas Organizações. E, curiosamente, a maioria dos participantes tem dificuldade de responder. Pensam primeiro no que outros deveriam mudar.
Ao serem questionados, dispersam sua energia em pensar na mudança que os outros precisam fazer, e não no que eu posso fazer para lidar com o que eu não tenho poder para mudar. Energia e tempo são caros.
Quem muda de pensamento, muda de comportamento e é capaz de achar que os outros também mudaram. Nessa experiência acadêmica a discussão correlacionada a esta pergunta pressupõe que insistimos em querer que o mundo seja do jeito que a gente gostaria que ele fosse. Mas a maturidade, o tempo, as experiências, são elementos inexoráveis para nos ajudar a perceber que o mundo é do jeito que ele é… A gente é que tem que aprender a lidar com isso. Não o contrário.
Minhas experiências com lideranças públicas e privadas têm identificado certa imaturidade gerencial a partir desse paradigma, ou mesmo da zona de conforto de querer que somente as coisas externas mudem.
Experimente mudar a sua forma de pensar. Estimule os outros a pensarem em ações que os levem ao resultado estimado, particular e coletivo. Convide os seus pares, chefes e subordinados a articularem uma meta comum que os inspire a se empenharem no mesmo propósito.
Se você quer que o mundo mude para melhor, faça a sua parte. mude o pensar!